25.06.2020 - Brasília/DF - Jair Bolsonaro assina do termo de posse de Carlos Alberto Decotelli, ministro da Educação. Foto: Marcos Corrêa/PR
3 de julho de 2020

Ingrediente de bomba relógio

Desde fevereiro de 2009, José Sarney cumpria um terceiro mandato como presidente do Senado. Alguns meses depois, veio à tona que João Sarney, neto do ex-presidente da República, recebera por 18 meses um salário de R$ 7,6 mil para, mesmo sem terceiro grau, trabalhar no gabinete de um aliado do avô.

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01.11.2011 - Brasília/DF - A presidenta Dilma Rousseff recebe a faixa presidencial de Lula, no parlatório do Palácio do Planalto. Brasília, 1º de janeiro de 2011. Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/ABr
1 de julho de 2020

Uma missão aos viajantes do tempo

Junho de 2007 até deixou algumas marcas na história. Foi nesse mês, por exemplo, que Ali Hassam al-Majid, o “Ali Químico”, findou condenado à morte por crimes contra a humanidade; que a Apple lançou o iPhone; que Renan Calheiros, ainda na Presidência do Senado, se complicava como “Renangate”; e que Lula, com um irmão flagrado sob suspeita de tráfico de influência, defendia o fechamento de um canal de TV na Venezuela.

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24.04.2020 - Brasília/DF - Pronunciamento do Presidente da República, Jair Bolsonaro. Foto: Carolina Antunes/PR

O “sinistério” de Jair Bolsonaro

Na quinta-feira, dia 25, Jair Bolsonaro anunciou e nomeou o novo ministro da Educação. Desde então, descobriram que Carlos Alberto Decotelli teria plagiado trechos de outros trabalhos na dissertação de mestrado, foi reprovado na tese do doutorado, não teria feito pós-doutorado na Alemanha, e exagerou até no currículo militar.

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10.06.2020 - Brasília/DF - O presidente Jair Bolsonaro, Paulo Guedes durante videoconferência. Foto: Isac Nóbrega/PR
29 de junho de 2020

Paulo Guedes colabora para que “liberal” volte a ser xingamento

O Brasil terminou 2019 com dez entre dez “especialistas” celebrando o que tratavam como o início de um novo ciclo virtuoso da economia. O otimismo nascia da aprovação em outubro da reforma da Previdência, uma pauta que se arrastava por longos vinte anos. Só em março, contudo, a realidade se impôs: o Produto Interno Bruto havia crescido no primeiro ano do governo Bolsonaro o mesmo 1,1% conquistado pelo governo Temer nos dois últimos anos de gestão.

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07.11.2018 - Brasília/DF - O presidente eleito Jair Bolsonaro e o futuro ministro da Justiça, Sérgio Moro, durante visita ao Superior Tribunal de Justiça (STJ). Foto José Cruz/Agência Brasil
28 de junho de 2020

A maior polarização ocorre entre lavajatistas e “garantistas”

Oficialmente, a Lava Jato ainda existe. Quinta-feira mesmo, a versão carioca prendeu Silas Rondeau, ministro de Minas e Energia que, ainda no governo Lula, sucedeu Dilma Rousseff na pasta. Mas o Google Trends entrega que o interesse da opinião pública na operação está em declínio há pelo menos um ano.

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26.06.2020 - Penaforte/CE - Jair Bolsonaro posa para fotografia no canal de transposição do Rio São Francisco. Foto: Alan Santos /PR
26 de junho de 2020

Quem acredita no Bolsonarinho Paz & Amor?

Ontem, em mais uma das transmissões ao vivo que protagoniza às quintas, Jair Bolsonaro surgiu com um sanfoneiro ao fundo. Era Gilson Machado Neto, presidente da Embratur, que no passado já tocou no Forró da Brucelose. Lamentando o cancelamento dos festejos juninos no Nordeste, o presidente da República pediu para que o músico cantasse, em homenagem aos mais de 55 mil brasileiros mortos pela covid-19, a Ave Maria de Bach e Gounod.

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05/05/2010 - Brasília/DF - Jair Bolsonaro fala sobre Comissão da Verdade. Foto: Janine Moraes
24 de junho de 2020

O momento em que Jair Bolsonaro virou um fenômeno eleitoral

Há um mês, Jair Bolsonaro aproveitou o “quebra-queixo” na saída da residência oficial para prometer que só voltaria a falar com os repórteres quando, na ótica turva dele, passassem a “falar a verdade“. Foi a senha para que os bolsolavistas que diariamente bajulam o presidente da República levassem os ataques contra a imprensa ao limite da agressão física.

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