29.10.2010 - Rio de Janeiro/RJ - José Serra cumprimenta Dilma Rousseff no debate da Globo. Foto: Cacalos Garrastazu/ObritoNews
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A seis meses da eleição de 2010, Serra liderava com folga

Muito água ainda vai rolar antes da disputa de 2022.

Faltavam apenas seis meses para a eleição presidencial quando mais um levantamento do Datafolha mediu que José Serra, em 17 de abril de 2010, podia contar com o voto de 38% dos brasileiros, ou dez pontos percentuais a mais do que a parcela da população que prometia voto a Dilma Rousseff. Mas, como se sabe, o tucano jamais presidiria o Brasil.

Tudo bem que a vantagem contra a petista já havia encolhido em relação ao que se percebia um ano antes. Mas o próprio Jair Bolsonaro só passou a liderar a corrida presidencial de 2018 faltando um mês para a votação, e porque a candidatura de Lula foi derrubada no TSE. Mesmo contra os adversários que de fato enfrentou, a liderança só escapou da margem de erro quando faltava um ano para a campanha.

Em outras palavras, muito água ainda vai rolar antes da disputa de 2022.

Fontes

Veículo(s) referenciado(s) nesse texto: Estadão.

A seis meses da eleição de 2010, Serra liderava com folga
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