08.08.2018 - Brasília/DF - O STF elegeu Dias Toffoli para presidir o Tribunal e o Conselho Nacional de Justiça até 2020. Foto: Nelson Jr./SCO/STF
4 de agosto de 2020 | Por Marlos Ápyus

Um grande acordo nacional, com o Supremo, com tudo – Parte 2

Joaquim Barbosa se aposentou do Supremo Tribunal Federal em 31 de julho de 2014, menos de 5 meses após a Lava Jato, que vinha em gestação há anos, finalmente ganhar as ruas. Com isso, o grupo que analisava a operação ficou desfalcado. Mas, em 11 de março de 2015, uma ideia de Gilmar Mendes foi posta em prática. Com aval de Teori Zavascki e Celso de Mello, ambos “colegas de sala”, e Ricardo Lewandowski, que presidia a casa, Dias Toffoli migrou da primeira para a segunda turma do STF, não sem antes se encontrar com Dilma Rousseff, Aloizio Mercadante e José Eduardo Cardozo fora da agenda.

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07.11.2018 - Brasília/DF -Dias Toffoli recebe Jair Bolsonaro. Foto: Antonio Cruz/Agencia Brasil.
3 de agosto de 2020 | Por Marlos Ápyus

Um grande acordo nacional, com o Supremo, com tudo – Parte 1

Em 17 de fevereiro de 2016, referendando um voto histórico de Teori Zavascki, o Supremo Tribunal Federal decidiu por 7 votos a 4 que bastava uma condenação em segunda instância para que investigados começassem a cumprir pena. Na ocasião, só Rosa WeberMarco Aurélio MelloCelso de Mello e Ricardo Lewandowski discordaram do relator, que estava em alta pelo trabalho realizado junto à Lava Jato.

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10.12.2018 - Brasília/DF - Sérgio Moro e esposa prestigiam a cerimônia de diplomação de Jair Bolsonaro. Foto: Roberto Jayme/Ascom/TSE
31 de julho de 2020 | Por Marlos Ápyus

Não basta Sergio Moro ser honesto, é preciso parecer honesto

No 29 de julho de 2020, Dias Toffoli defendeu que o Congresso Nacional aprove uma lei estipulando que juízes e membros do Ministério Público cumpram com uma quarentena de 8 anos antes de disputarem cargos públicos. De imediato, o presidente do Supremo Tribunal Federal recebeu o aceno positivo de Rodrigo Maia.

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07.11.2018 - Brasília/DF - João Otávio de Noronha recebe Jair Bolsonaro. Foto José Cruz/Agência Brasil
29 de julho de 2020 | Por Marlos Ápyus

O “amor à primeira vista” entre Jair Bolsonaro e João Otávio de Noronha

Em 29 de abril de 2020, ao empossar André Mendonça como ministro da Justiça, Jair Bolsonaro cumprimentou o presidente do STJ de uma forma peculiar. Dirigindo-se a João Otávio de Noronha, o presidente da República confessou: “a primeira vez que o vi, foi um amor à primeira vista“. Dez dias após a declaração amorosa, Noronha suspendeu as decisões judiciais que obrigavam Bolsonaro a apresentar os exames com resultados negativos para covid-19.

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09.11.2016 - Brasília/DF - Conselho de Ética rejeita processo contra o deputado Jair Bolsonaro, por elogiar Brilhante Ustra. Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil.
27 de julho de 2020 | Por Marlos Ápyus

A conivência das redes com as milícias digitais de Jair Bolsonaro

No 24 de julho de 2020, por determinação de Alexandre de Moraes, perfis de 16 bolsolavistas foram bloqueados no Twitter e Facebook. Segundo o ministro do Supremo Tribunal Federal, a medida seria necessária para que tais canais não mais fossem utilizados “como instrumento de condutas criminosas apuradas nestes autos“.

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06.05.2019 - Brasília/DF - Jair Bolsonaro fala à imprensa. Foto: Palácio do Planalto.
24 de julho de 2020 | Por Marlos Ápyus

Enquanto Jair Bolsonaro torrava milhões com cloroquina, as UTIs ficavam sem medicamentos

Após tratar uma embalagem de cloroquina como um troféu, e ser novamente bicado por emas que alimentava com bananas, Jair Bolsonaro achou por bem ocupar as manchetes oferecendo tais embalagens às tais emas. Mas nada dessa insanidade estaria ocorrendo se não fosse por Didier Raoult.

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14.9.16 - Brasília/DF - Jair Bolsonaro discute com a deputada Maria do Rosário no plenário da Câmara dos Deputados. Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
21 de julho de 2020 | Por Marlos Ápyus

As vergonhas que o governo de Jair Bolsonaro faz o Brasil passar

Na quinta-feira, dia 16, Jair Bolsonaro surpreendeu ao alertar que não recomendava o uso de cloroquina: “Não estou fazendo nenhuma campanha“, disse. A mudança de postura nascia do medo de se complicar no Tribunal Penal Internacional. Passados três dias, contudo, como um capitão que levanta a Taça Fifa ao término de uma Copa do Mundo, o presidente da República exibiu a embalagem do medicamento a alguns “gados” pingados que se manifestavam em Brasília.

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