23 de maio de 2020

Dilma e Collor caíram por MUITO menos

Na véspera, Jair Bolsonaro tinha chamado a atenção por, numa reunião com governadores, se comportar como adulto. Tudo tinha sido previamente ensaiado com Rodrigo Maia e Davi Alcolumbre. Em paralelo, Augusto Heleno surgia em manchete garantindo que as Forças Armadas não protagonizariam um golpe militar. Mas, às 15h18 da sexta-feira, o próprio chefe do Gabinete de Segurança Institucional, com apoio das Forças Armadas, rasgaria a fantasia do democrata que nunca foi, vindo a ser endossado pelo presidente da República após alguns minutos.

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25 de maio de 2020

Jair Bolsonaro há muito abandonou o combate à corrupção

Em entrevista ao Fantástico, Sergio Moro confirmou o que está evidente desde meados de 2019: Jair Bolsonaro há muito abandonou a principal bandeira de campanha, o combate à corrupção. O delegado Waldir, que chegou a liderar a bancada do PSL na Câmara Federal, foi ainda mais claro, garantindo que o presidente da República “trabalhou para impedir a prisão em segunda instância” e “ajudou a colocar o Lula em liberdade”.

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26 de junho de 2020

Quem acredita no Bolsonarinho Paz & Amor?

Ontem, em mais uma das transmissões ao vivo que protagoniza às quintas, Jair Bolsonaro surgiu com um sanfoneiro ao fundo. Era Gilson Machado Neto, presidente da Embratur, que no passado já tocou no Forró da Brucelose. Lamentando o cancelamento dos festejos juninos no Nordeste, o presidente da República pediu para que o músico cantasse, em homenagem aos mais de 55 mil brasileiros mortos pela covid-19, a Ave Maria de Bach e Gounod.

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29 de junho de 2020

Paulo Guedes colabora para que “liberal” volte a ser xingamento

O Brasil terminou 2019 com dez entre dez “especialistas” celebrando o que tratavam como o início de um novo ciclo virtuoso da economia. O otimismo nascia da aprovação em outubro da reforma da Previdência, uma pauta que se arrastava por longos vinte anos. Só em março, contudo, a realidade se impôs: o Produto Interno Bruto havia crescido no primeiro ano do governo Bolsonaro o mesmo 1,1% conquistado pelo governo Temer nos dois últimos anos de gestão.

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