27 de abril de 2020

Mais da metade do país concorda com o impeachment de Bolsonaro

Para o comando da Polícia Federal, Jair Bolsonaro escolheu Alexandre Ramagem, nome de confiança que, com Carlos Bolsonaro, havia tentado montar uma espécie de “Abin paralela” dentro do Palácio do Planalto. Para a vaga que Sergio Moro deixou livre no Ministério da Justiça, o presidente sondou Ives Gandra Filho, e chegou a se decidir Jorge Oliveira, que atuava como secretário geral da Presidência da República, mas num passado recente chefiou o gabinete de Eduardo Bolsonaro. Contudo, vem prometendo surpresas, e o nome de André Mendonça, atual advogado-geral da União, corre por fora como alternativa.

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28 de abril de 2020

Ministério da Justiça: sai aliado da Lava Jato, entra aliado de Dias Toffoli

Na quinta, dia 23, o perfil oficial de Lula publicou no Twitter que “é preciso começar o Fora Bolsonaro“. Contudo, no domingo, veio a notícia de que o ex-presidente “participou de uma reunião com a executiva nacional do partido na qual ficou decidido que a legenda não entraria isoladamente com um pedido de impeachment“. Também no domingo, argumentando que se tratava de “mera coincidência“, o advogado de Flávio Bolsonaro se encontrou com Jair Bolsonaro, mas negou que estivesse interferindo na definição do novo ministro da Justiça.

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5 de maio de 2020

Moro economiza, mas confirma a interferência de Bolsonaro na PF

Ontem, enquanto o Brasil ainda digeria mais uma participação do presidente da República em manifestações golpistas, Jair Bolsonaro se encontrava fora da agenda com Sebastião Curió Rodrigues de Moura. Em 2009, o próprio Major Curió apresentou documentos sobre 41 guerrilheiros que, mesmo rendidos, foram executados pelo Exército na ditadura militar. Denunciado meia dúzia de vezes pela participação nos assassinatos, o tenente-coronel reformado chegou aos 85 anos blindado pela Lei de Anistia. Sobre o encontro em Brasília, um dos filhos de Curió comentou nas redes sociais: “dia de dois amigos se encontrarem e dizer FORÇA“.

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28 de maio de 2020

Os chiliques golpistas de Bolsonaro já não assustam como antes

O Vakinha retirou do ar o crowdfunding de um projeto extremista que já havia arrecado mais de R$ 70 mil em doações. Contudo, o serviço vem tardando em explicar se mesmo assim a fortuna será entregue à militante que adotou como pseudônimo uma referência nazista. Trata-se da mesma criatura que, no alvo do inquérito tocado pelo STF contra a disseminação de notícias falsas, insistira nas ameaças a Alexandre de Moraes. O ministro já pediu providências à PGR, que deve mandar o caso à primeira instância visto que a dita cuja não possui foro privilegiado (ainda).

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29 de maio de 2020

A “ABIN paralela” existe e é tocada do Planalto por um coronel

Um semestre antes da eleição presidencial de 2018, Luiz Fux garantia que um candidato eleito com a divulgação de notícias falsas poderia ser cassado, com a eleição vindo a ser anulada. Mas toda a estrutura montada pelo ainda presidente do Tribunal Superior Eleitoral, juntamente com a ABIN, o Exército e a Polícia Federal, não conseguiu impedir que Jair Bolsonaro se tornasse presidente do Brasil alicerçado por todo um cardápio de mentiras.

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