9 de abril de 2020

Escutem os especialistas, ignorem os idiotas

Em meados dos anos 1950, sem o mesmo rigor trabalhado atualmente, a indústria farmacêutica estava certa de que era seguro receitar talidomida para grávidas não mais sentirem enjoos matinais. Após 8 anos, com 46 países comercializando o produto, o sedativo foi retirado de circulação. Até 1962, mais de 10 mil bebês tinham nascido com má formação nas pernas e braços em decorrência do uso da droga. Na época, como o FDA exigiu testes mais firmes, os Estados Unidos escaparam da tragédia. Mas Alemanha, Reino Unido, Austrália e Brasil vivenciaram o drama. Desde então, o caso é exemplo da necessidade dos devidos testes de laboratório antes de uma medicação ser lançada no mercado.

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19 de junho de 2020

Não existe país decente sem imprensa livre

Mesmo como um contraponto democrático à ascensão de Jair Bolsonaro, Lula não se cansava de repetir que iriaregular os meios de comunicação“, um eufemismo para censura. Tanto que, posta em prática na Venezuela, a tal regulação serviu apenas para calar veículos críticos ao chavismo.

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23 de junho de 2020

Governo Bolsonaro: o começo do fim?

Nem passa pela minha cabeça. O nosso presidente se chama Jair Bolsonaro, seu primeiro governo vai até 2022. E, se o povo brasileiro assim o quiser, ele prossegue até 2026“. As aspas partiram de Hamilton Mourão ao responder se estava preparado para eventualmente assumir a Presidência da República. O mais estranho, contudo, é o vice-presidente precisar oferecer esse tipo de garantia num governo que ainda não completou um ano e meio de mandato.

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26 de junho de 2020

Quem acredita no Bolsonarinho Paz & Amor?

Ontem, em mais uma das transmissões ao vivo que protagoniza às quintas, Jair Bolsonaro surgiu com um sanfoneiro ao fundo. Era Gilson Machado Neto, presidente da Embratur, que no passado já tocou no Forró da Brucelose. Lamentando o cancelamento dos festejos juninos no Nordeste, o presidente da República pediu para que o músico cantasse, em homenagem aos mais de 55 mil brasileiros mortos pela covid-19, a Ave Maria de Bach e Gounod.

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