26 de março de 2020

Isolamento? Renúncia? Impeachment? O que fazer com Jair Bolsonaro?

No esforço para conter o avanço do novo coronavírus na República do Kosovo, o primeiro-ministro Albin Kurti estabeleceu o confinamento de quase 2 milhões de habitantes. Mas, evitando que o presidente local, um rival político de esquerda, acumulasse mais poder, não declarou estado de emergência. Desde então, a população se entregou a panelaços semelhantes aos ocorridos no Brasil. Hoje, o parlamento votou uma moção de censura ao primeiro-ministro, resultado na queda do governo de coalizão.

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2 de abril de 2020

Há diferença entre temer e querer uma convulsão social

Em janeiro de 2018, Marco Aurélio Mello alertava que a detenção de Lula poderia “incendiar o País“. A prisão ocorreu três meses depois e, a despeito do circo armado pelo petista, o brasileiro não viu qualquer chama consumir o Brasil.

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22 de abril de 2020

Para se blindar do impeachment, Bolsonaro aderiu ao “toma lá, dá cá” que tanto criticava

No domingo, dia 19, Jair Bolsonaro protagonizou um discurso golpista em Brasília. Na terça, dia 21, o Datafolha percebeu que, em decorrência da distribuição de R$ 600 como auxílio emergencial, aquele que Carlos Bolsonaro chamou de socialista, a avaliação do presidente não vem sofrendo grandes estragos. Em outras palavras, ficou claro que, com dinheiro no bolso, a democracia que lute.

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23 de abril de 2020

Entre tirania e corrupção, escolheram tirania, e terão corrupção

Um dia após prometer gordas fatias do governo ao que há de mais questionável no centrão, Jair Bolsonaro avisou a Sergio Moro que, na semana que vem, irá retirar Maurício Valeixo do comando da Polícia Federal. Ainda ontem, o presidente da República conversou com o governador Ibaneis Rocha sobre a possibilidade de Anderson Torres, secretário de Segurança do Distrito Federal, assumir a vaga.

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27 de abril de 2020

Mais da metade do país concorda com o impeachment de Bolsonaro

Para o comando da Polícia Federal, Jair Bolsonaro escolheu Alexandre Ramagem, nome de confiança que, com Carlos Bolsonaro, havia tentado montar uma espécie de “Abin paralela” dentro do Palácio do Planalto. Para a vaga que Sergio Moro deixou livre no Ministério da Justiça, o presidente sondou Ives Gandra Filho, e chegou a se decidir Jorge Oliveira, que atuava como secretário geral da Presidência da República, mas num passado recente chefiou o gabinete de Eduardo Bolsonaro. Contudo, vem prometendo surpresas, e o nome de André Mendonça, atual advogado-geral da União, corre por fora como alternativa.

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