18 de junho de 2020

Jair Bolsonaro se embolando sem parar

Um dia após Jair Bolsonaro, em mais uma fala golpista, prometer que estaria “chegando a hora de colocar tudo em seu devido lugar”, o Ministério Público do Rio de Janeiro achou que havia chegado a hora de colocar Fabrício Queiroz na cadeia. No presídio de Bangu, o antigo “faz tudo” da família Bolsonaro há de ter mais dificuldade para obstruir as investigações sobre a organização criminosa que atuava no gabinete de Flávio Bolsonaro no Rio de Janeiro.

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19 de junho de 2020

Não existe país decente sem imprensa livre

Mesmo como um contraponto democrático à ascensão de Jair Bolsonaro, Lula não se cansava de repetir que iriaregular os meios de comunicação“, um eufemismo para censura. Tanto que, posta em prática na Venezuela, a tal regulação serviu apenas para calar veículos críticos ao chavismo.

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23 de junho de 2020

Governo Bolsonaro: o começo do fim?

Nem passa pela minha cabeça. O nosso presidente se chama Jair Bolsonaro, seu primeiro governo vai até 2022. E, se o povo brasileiro assim o quiser, ele prossegue até 2026“. As aspas partiram de Hamilton Mourão ao responder se estava preparado para eventualmente assumir a Presidência da República. O mais estranho, contudo, é o vice-presidente precisar oferecer esse tipo de garantia num governo que ainda não completou um ano e meio de mandato.

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29 de junho de 2020

Paulo Guedes colabora para que “liberal” volte a ser xingamento

O Brasil terminou 2019 com dez entre dez “especialistas” celebrando o que tratavam como o início de um novo ciclo virtuoso da economia. O otimismo nascia da aprovação em outubro da reforma da Previdência, uma pauta que se arrastava por longos vinte anos. Só em março, contudo, a realidade se impôs: o Produto Interno Bruto havia crescido no primeiro ano do governo Bolsonaro o mesmo 1,1% conquistado pelo governo Temer nos dois últimos anos de gestão.

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3 de julho de 2020

Ingrediente de bomba relógio

Desde fevereiro de 2009, José Sarney cumpria um terceiro mandato como presidente do Senado. Alguns meses depois, veio à tona que João Sarney, neto do ex-presidente da República, recebera por 18 meses um salário de R$ 7,6 mil para, mesmo sem terceiro grau, trabalhar no gabinete de um aliado do avô.

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