29 de abril de 2020

A conta dos óbitos por covid-19 já está no colo de Bolsonaro

Jair Bolsonaro estava confiante no sucesso da nomeação de Alexandre Ramagem, homem indicado por Carlos Bolsonaro para o comando da Polícia Federal. O presidente da República já adiantava que seria reaberta a investigação sobre o atentado que sofreu na eleição de 2018. Eduardo Bolsonaro, com o testemunho de uma entidade que para ele fez campanha, garantia que a corporação não sofria interferência política. E a esposa do nomeado colecionava ataques a João Doria e Rodrigo Maia nas redes sociais. Mas os bolsolavistas não contavam com a astúcia de Alexandre de Moraes.

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30 de abril de 2020

A Justiça cerca Bolsonaro e aliados por ao menos seis frentes

Só hoje noticiaram que, ainda em 27 de março, Jair Bolsonaro estimulou uma carreata contra a quarentena em Manaus, primeira cidade brasileira onde o sistema de saúde entraria em colapso por causa da covid-19. Na época, a doença já havia feito 321 vítimas fatais no Brasil. De lá para cá, também chamou atenção a situação de Blumenau. Atendendo a determinação feita 9 dias antes por Carlos Moisés, governador eleito pelo mesmo PSL que já abrigou o presidente da República, os shoppings reabriram no dia 22 de abril. Seis dias depois, crescia em 98% os casos de novo coronavírus na cidade catarinense.

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24 de junho de 2020

O momento em que Jair Bolsonaro virou um fenômeno eleitoral

Há um mês, Jair Bolsonaro aproveitou o “quebra-queixo” na saída da residência oficial para prometer que só voltaria a falar com os repórteres quando, na ótica turva dele, passassem a “falar a verdade“. Foi a senha para que os bolsolavistas que diariamente bajulam o presidente da República levassem os ataques contra a imprensa ao limite da agressão física.

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29 de junho de 2020

Paulo Guedes colabora para que “liberal” volte a ser xingamento

O Brasil terminou 2019 com dez entre dez “especialistas” celebrando o que tratavam como o início de um novo ciclo virtuoso da economia. O otimismo nascia da aprovação em outubro da reforma da Previdência, uma pauta que se arrastava por longos vinte anos. Só em março, contudo, a realidade se impôs: o Produto Interno Bruto havia crescido no primeiro ano do governo Bolsonaro o mesmo 1,1% conquistado pelo governo Temer nos dois últimos anos de gestão.

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