13 de abril de 2020

Governistas fizeram da Páscoa uma micareta com caixões

Coincidiu de o Brasil superar oficialmente a milésima morte por covid-19 na Sexta-feira Santa. Por causa do atraso no resultado dos exames, o feito pode ter ocorrido quatro dias antes, o que só trazia mais preocupação àquele 10 de abril. Afinal, entre as 15 nações mais atingidas pelo novo coronavírus, o Brasil é a que menos testa seus cidadãos. Mas, para Jair Bolsonaro, nada disso importava.

Continuar lendo Governistas fizeram da Páscoa uma micareta com caixões
29 de abril de 2020

A conta dos óbitos por covid-19 já está no colo de Bolsonaro

Jair Bolsonaro estava confiante no sucesso da nomeação de Alexandre Ramagem, homem indicado por Carlos Bolsonaro para o comando da Polícia Federal. O presidente da República já adiantava que seria reaberta a investigação sobre o atentado que sofreu na eleição de 2018. Eduardo Bolsonaro, com o testemunho de uma entidade que para ele fez campanha, garantia que a corporação não sofria interferência política. E a esposa do nomeado colecionava ataques a João Doria e Rodrigo Maia nas redes sociais. Mas os bolsolavistas não contavam com a astúcia de Alexandre de Moraes.

Continuar lendo A conta dos óbitos por covid-19 já está no colo de Bolsonaro
5 de maio de 2020

Moro economiza, mas confirma a interferência de Bolsonaro na PF

Ontem, enquanto o Brasil ainda digeria mais uma participação do presidente da República em manifestações golpistas, Jair Bolsonaro se encontrava fora da agenda com Sebastião Curió Rodrigues de Moura. Em 2009, o próprio Major Curió apresentou documentos sobre 41 guerrilheiros que, mesmo rendidos, foram executados pelo Exército na ditadura militar. Denunciado meia dúzia de vezes pela participação nos assassinatos, o tenente-coronel reformado chegou aos 85 anos blindado pela Lei de Anistia. Sobre o encontro em Brasília, um dos filhos de Curió comentou nas redes sociais: “dia de dois amigos se encontrarem e dizer FORÇA“.

Continuar lendo Moro economiza, mas confirma a interferência de Bolsonaro na PF
18 de maio de 2020

O que PF e MPF fizeram na eleição passada

A fim de evitar a exploração eleitoral dos interrogatórios, seja qual for a perspectiva, reputo oportuno redesignar as audiências”. Com essas palavras, em 15 de agosto de 2018, Sergio Moro adiou para novembro daquele ano o depoimento que Lula, na condição bizarra de presidiário presidenciável, daria à Lava Jato. A operação, segundo um dos integrantes que a chefiava, via em Jair Bolsonaro um mal menor. Faltando cinco dias para a votação do primeiro turno, contudo, o mesmo juiz federal derrubou o sigilo da delação premiada de Antonio Palocci, uma colaboração excepcionalmente acordada com a própria Polícia Federal.

Continuar lendo O que PF e MPF fizeram na eleição passada